Aqui, quem manda sou eu.

Não que eu tenha isto em mente, mas a título de curiosidade fui contar os anos. Mais precisamente, 5 anos, sem patrão. Chefe. Director… o nome que quiserem dar a quem temos de prestar contas no trabalho. Não foi a decisão que eu queria na altura, ou pelo menos julgava eu não estar preparada para me virar sozinha. Mas depois de um chefe mauzinho, um patrão ainda pior e uma carta de despedimento, tive mesmo de me virar sozinha. Arranjei um chefe melhor e, um patrão como eu — promovi-me a tal. Hoje, sou o que sou, porque o destino assim me cruzou. Virei-me. Sozinha, com ajuda, e com sonhos. Se era para trabalhar para mim, que fosse por mim. E, por vezes, temos de nos lembrar disto, é por nós. Porque queremos ser independentes, porque queremos fazer o que realmente gostamos, por isso, façamos. Podemos escolher o que queremos, e o que não queremos fazer. Agora, não vamos ter ilusões, é tudo mais trabalhoso, mais intenso e muito mais emocional. Afinal, estamos a vestir a pele do patrão, do trabalhador, do contabilista, do account e por aí fora. Trabalhamos mais, fazemos mais também e, por mim falo, tenho muito mais … Continue a ler Aqui, quem manda sou eu.